A Lírica Colorida de Fernando Rosa

(*) Mhario Lincoln

Odisséia Fulgurante

A exuberância gráfico-prismática de
FERNANDO ROSA

Carlos Alberto Nascimento, Valdomiro Mamus, Carmem Lúcia Silva Rosa, Edinéia Gonçalves de Freitas Rosa, Fernando Rosa, Cris Yamada, Veridiana e Mhario Lincoln e Glauber Gonçalves Rosa. Artistas, formadores de opinião, organizadores e familiares na exposição de Fernando Rosa.

Minha viagem nessa 'Odisséia Fulgurante' de Fernando Rosa, rumou-se entre o desconhecido e o exposto de forma que as ondas e as cores acabam por se refletir diretamente sobre a consciência de quem olha literalmente a tela, numa abrangência imensurável. 
Desta forma, quando Fernando Rosa mistura gravetos famintos por uma arte, à tela faminta de cores, ou, ainda faz renascer folhas secas, rebrilhando-as com seu talento incomum, sua luz parece brilhar, também, para celebrar as coisas do Pai, através desse emaranhando harmonico de beleza.
Uma Dádiva certamente germinante nos desenhos, pinturas, colagens, escritos, esculturas e outros tipo de arte. São quadros que pululam interpretações ecológicas, modernas, enigmáticas, sentimentais, até, em momentos únicos, captados em flashes representativos de imagens reais, construídas com base no desenho físico da realidade material, ou do incomum. 
A arte de Fernando Rosa é algo que expulsa conceitos mecânicos do desenho tradicional, pois vai além das montanhas do pensamento, para misturar-se às transações coloridas, geradas por seus conceitos de Fé cristã.
Isso me levou a ler, em sua linguagem única, extraordinárias representações de algo superior, como aconteceu logo em sua primeira tela, em 1988, onde a riqueza de detalhes em cores, nem tanto explosivas, mas milimetricamente acordadas, qualificava, a partir dalí, suas paletas, as quais seriam usadas pela consciência fulgurante do artista autodidata. 
Destarte, a obra de Fernando Rosa é fulgurante, sim! Especialmente pela maneira de como ele se transporta a tela, tatuando-a com um talento indescritível muito peculiar a ele mesmo, pois é um homem com uma alma indescritível, um coração bombeando vibrações positivas o tempo todo. Um discípulo da simplicidade harmonica, temente a Deus e consciente de seu apostolado artístico.

Mhario Lincoln
Presidente da Academia Poética Brasileira.
Curitiba, julho de 2017

Cris Yamada, Edinéia Gonçalves de Freitas Rosa (esposa de Fernando Rosa), Valdomiro Mamus, Carmem Lúcia Silva Rosa, Fernando Rosa e Glauber Gonçalves Rosa.

Sede: Curitiba - Paraná

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