Coerências Das

Incoerências (I)

OLINTO SIMÕES

28 de dezembro de 2008. De repente, me pego em conjecturas. A proximidade do final de ano me faz repensar situações vivenciadas.

Como sempre, meio alucinado por tudo que é vivido neste mundo maluco, mundo do qual participo e, portanto, sou tão maluco quanto, me flagro ainda com um pouco de sanidade.

Tal sentimento me faz conversar com Cecília Meireles, minha conterrânea e contemporânea, pois, nasceu no mesmo país, estado, cidade e bairro que eu, e porque se deu ao mundo, no primeiro ano do mesmo século em que eu, me fiz aparecer quarenta e quatro janeiros depois.

Análise do texto “Coerências das Incoerências I” do escritor, poeta Olinto Simões Keila Marta

Pensar que a literatura nasce em terras brasileiras, a luz da escrita de Pero Vaz de Caminha, ao redigir uma carta ao Rei de Portugal, falando das belezas descobertas. Assim, os brasileiros herdam dos lusitanos não só a Língua Portuguesa, imposta tempos depois pelo Marquês de Pombal, mas o jeito de fazer arte literária. Mais do que seguir aos velhos moldes, o povo soube reinventar, e fazer uma escrita diversificada. 

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