Convidados por Carlos Zemek, especialista em Arte Digital, os poetas Decio Romano, Juliana Oliveira Nascimento, Isabel Sprenger Ribas, Maria Colucci, Maria Antonieta Gonzaga Teixeira e Van Zimerman enviaram seus trabalhos. 

Carlos Zemek  tentou sentir a essência de cada poema e traduzir em cores as sensações que despertavam a leitura dos poemas. Ele fez as ilustrações. Esses trabalhos estão participando do "11° Salón de Octubre", na Galeria R Van R, em Buenos Aires, Argentina. A inauguração foi  em 1 de Outubro e ficará até 12 de outubro/2016. Sucesso de público, e o artista e os poetas foram muito elogiados. 

11° Salón de Octubre", na Galeria R Van R, em Buenos Aires, Argentina.

O galerista Roberto Gonzalez e a poetisa Sonia Mazza (representado Carlos Zemek)

Sarau Café, Poesia & Canção

O Sarau Café, Poesia & Canção  existe para celebrar, compartilhar e difundir a arte. Acontece em Curitiba-PR.

Aconteceu com tremendo sucesso, recentemente, a oitava edição do Sarau mais amado e esperado da cidade de Curitiba(PR): Sarau Café, Poesia & Canção,  como o próprio nome diz, desta feita, unindo poesia e canção, criando e recriando histórias em um movimento ascendente, rumo a eternidade.
Nesse evento o tema recorrente homenageou o Dia dos Pais e mais uma vez foi celebrada a arte em seu mais belo estilo, a música e a poesia, em verso e prosa.

O Sarau Café, Poesia & Canção  existe para celebrar, compartilhar e difundir a arte e promover o nome e o talento dos artistas convidados, tornando-os mais conhecidos. 
"Porque lá somos muitos, mas ao mesmo tempo, todos somos um. Lá, não somos doses homeopáticas de arte. Somos poesia em doses cavalares de energia luminosa. Lá, somos lirismo e canção," como afirma a coordenadora artística, poeta Siomara Reis Teixeira.

(Acima, um carrossel de fotos do evento).

Sugestão de Ana Néres Pessoa

 

A Poesia de Eduardo Pragmácio

 

Dimas Macedo

 

Entre a realidade observada pelo senso comum e a transfiguração concretizada pela escritura poética, existe uma mudança de plano: o campo visual e o sentimento criam uma nova razão, e a estranheza aí se instaura em forma de milagre.
O impasse criativo transmuta-se em beleza e a existência se torna mutante, em contraposição à moldura dos processos históricos. A arte, neste ponto, realiza o indizível, e os poetas, afirmativamente, se interpõem nesse contexto como se fossem cosmonautas.
Não há como deter os signos da linguagem ou os códigos que a palavra reinventa. Jung, nas suas reflexões sobre a arte, afirmou que seria impossível encontrar alguma reflexão ou algum insight que não tenham passado pela imaginação de um poeta.
Eduardo Pragmácio Filho, no seu conjunto de poemas - Estranheza (Fortaleza: Imprece, 2016), firma-se como um dos melhores poetas da sua geração, projetando o Ceará no campo da poesia brasileira, no qual a sua criação se torna um traço distintivo.

Outono é uma porta fria

 

Às vezes o cálice transborda o sangue que em nós já foi na realidade luz. Outono é uma porta fria de rompante. O coração fecha-se para dentro e é na cabeça que desponta a pergunta: "como sentirás a alegria se não sabes a tristeza?" 
Depois, também há outras distâncias outras disciplinas: a respiração ritmada no peito ao som dos tambores celestes longínquos, as estrelas como gotas de chuva hipnotizadas nos vidros das janelas, ainda as luzes aspiram lá por dentro & a dor de ser humano alisada como um lençol sobre os joelhos, com o olhar preso à vastidão das ondas visíveis, aqui mesmo ao lado.
O que será preciso para que este Inverno seja menos longo?

 

José Alberto mar (Artista Visual e Poeta Escritor.)

A maravilhosa DORA INCONTRI, em entrevista exclusiva a Mhario Lincoln. Poeta, escritora e da Universidade Livre Pampédia.

Sede: Curitiba - Paraná

Envie seus trabalhos para mhariolincolnfs@gmail.com